“Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.
E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.
E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.”
Lucas 15:12-16

Hoje venho fazer um ilustração a cerca dessa parábola onde alguma vez em nossas vidas passamos por essa mesma situação do Filho Pródigo (que significa desperdiçador, extravagante), e no meio desse lamaçal ainda muitos se encontram.

Cristo demonstra nessa parábola, a história de nós pecadores, os quais nos afastamos de Deus, por causa dos desejos mais obscuros do nosso coração, procurando ser livres para viver “nossa vida” como planejamos e pensamos, sem se importar com nada além de nós mesmos.

Embriagados pelo pecado e iludidos pelos prazeres, somos consumidos pouco a pouco, até aquela beleza que antes havia em nós quando estávamos em Cristo, simplesmente desaparece pela multidão das imundícias dos nossos pecados.

E não basta pecarmos contra Deus, mas pecamos contra aqueles que nós amamos e nos importamos. O pecado ele nos trás morte, essa morte nos separa por nossa própria conta da presença de Deus, por causa da culpa e do remorso que nos leva cada vez mais a ficarmos sujos e falar para nós mesmo: “não há mais esperanças para mim, não há mais concerto”, e nos vemos afundados na lama e passamos a desejar o que os “próprios porcos comem”, ou seja, mais sujeira, mais pecado e mais culpa em nossos corações.

Por que nos afundamos?

Por que não nos achegamos a Deus?

Por que não enxergamos a Cruz de Cristo?

Por que não queremos voltar para Ele?

A resposta de tudo isso é o “pecado” que trás consigo a “culpa” que nos leva achar que não há mais solução para mudança e por isso falamos que “não queremos mudar, que não queremos Deus”, o pecado nos cega e por mais que alguém chegue até nós e venha nos adverti a cerca do nosso estado oferecendo ajuda, o rejeitamos pois queremos continuar com os porcos ansiando por suas “bolotas”, já que é doloroso demais se achegar a Deus e expor as nossas sujeiras mesmo sabendo que Ele nos conhece e está disposto a nos ajudar, limpar e perdoar os nossos pecados.

“SENHOR, tu me sondaste, e me conheces.
Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.”
Salmos 139:1-3

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”
1 João 1:9

A situação de quem está neste terrível “chiqueiro” só melhorará quando esta, se voltar para Cristo e sua Cruz mediante a fé e o arrependimento, caso contrário mais e mais desejará ficar na lama desejando as “bolotas dos porcos” para sua própria vergonha e contaminação.

Se você está nessa situação bom espero que você reflita…

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